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Técnicas de Elicitação de Requisitos
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Nesta técnica, os elementos do domínio são coletados através de entrevistas e representados através de uma matriz, atribuindo as construtos e classificações pelos stakeholders.
Descrição
Nesta técnica, os elementos do domínio são representados através de uma matriz, atribuindo as construtos e classificações pelos stakeholders. São realizadas entrevistas semi-estruturadas que envolvem os stakeholders para identificar nomes de elementos e construtos. Esta matriz é utilizada na representação inicial dos requisitos. É mais precisa na captura de detalhes do que a técnica card sorting, mas é menos precisa do que a laddering, portanto, esta técnica não é considerada eficiente para descrever as características dos requisitos complexos. A técnica consiste em 4 grandes etapas: - **Pré-entrevista**: Os pesquisadores entendem sobre o conhecimento de domínio para definir os métodos de entrevista e direcionar os participantes a completar o grid. Em um segundo momento eles voltam ao conhecimento de domínio para definir as fontes de elementos e constructos. - **Entrevista**: Neste estágio, os elementos e construtos são extraídos de um participante e é documentado no grid. O participante também pode participar da identificação dos elementos e construtos em alguns casos. Em seguida são identificadas as semelhanças entre cada tríade de artefatos, representado na imagem pelas colunas laterais e pelos elementos. A atribuição de valores para a associação entre um elemento e os construtos geralmente segue um padrão estabelecido por algum autor que define um escala para estabelecer essa relação. Nesta etapa pode ser utilizado a técnica de Laddering para a extração das informações. - **Revisão**: Nesta etapa o pesquisador, em conjunto com um participante, faz um revisão do grid criado a fim de refinar os elementos e construtos conforme necessário. - **Análise**: O grid completo é submetido a uma análise quantitativa e qualitativa. Esta análise ajuda ao pesquisador a entender o conteúdo e organização do sistema de construtos dos participantes. Pode ser analisado o conteúdo do grid ou até as pontuações estabelecidas. Muitas estatísticas podem ser extraídas das pontuações definidas no grid, como por exemplo: clusterização, PCA, MDS, mapeamento conceitual, análise lógica entre outras. ## Exemplo Este exemplo é um grid para entender as percepções individuais de diferentes softwares de email. Os elementos são os programas de e-mails (apresentados no rodapé do grid) e os construtos são características (apresentadas nas laterais). Cada construto representa uma característica dividida em dois polos. Exemplos de grids após a execução.   Exemplo de uma árvore de relação entre elementos e construtos.  Exemplo da análise estatística PCA.  <sup>[2] [3]</sup>
Prós
- Separa as diferenças e semelhanças entre elementos que não eram conhecidos pelos especialistas. - Minimiza o viés do especialista enquanto ele desenvolve compreensão do domínio a partir da perspectiva do usuário. - Facilita a rastreabilidade. - Representa um nível de abstração desconhecido para a maioria dos usuários. - Facilita a análise quantitativa e qualitativa. - Fácil de administrar. <sup>[1] [2] [3] [4]</sup>
Contras
- É necessário muito esforço por parte dos analistas e especialistas. - É uma técnica demorada e sua execução pode ser monótona. - São um pouco limitadas em sua capacidade de expressar características específicas de requisitos complexos. <sup>[2] [3] [4]</sup>
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